Título do Livro: Exorcismo (a história que inspirou o clássico Exorcista)
Autor: Thomas B. Allen
Editora/Tradução: DarkSide Books/Eduardo Alves
Páginas: 254
Ano de Publicação: 2016
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Livro cedido em parceria com a editora.
Livro cedido em parceria com a editora.
Sinopse “Um fenômeno quase paranormal atingiu o mundo em 1973. Multidões sofreram de náuseas, desmaios, alucinações e calafrios, numa histeria coletiva sem precedentes. Todos aparentemente possuídos por um filme: o já clássico O Exorcista, dirigido por William Friedkin e adaptado do romance que o roteirista Willian Peter Blatty lançara dois anos antes e que completa 45 anos em 2016. Se a ficção consegue ser tão assustadora, imagine o poder contido na história real? Muitos não sabem, mas a obra-prima de W. Peter Blatty não se trata de uma invenção. Ela foi inspirada num fenômeno ainda mais sombrio, desses que a ciência não consegue explicar: um exorcismo de verdade. A história real aconteceu em 1949, e você pode conhecê-la - se tiver coragem! - no livro Exorcismo, do jornalista Thomas B. Allen, lançamento da DarkSide Books em 2016. Exorcismo narra em detalhes os fatos que aconteceram com Robert Mannheim, um jovem norte-americano de 14 anos que gostava de brincar com sua tábua ouija, presente que ganhou de uma tia que achava ser possível se comunicar com os mortos. Thomas B. Allen contou com uma santa contribuição para a pesquisa do seu trabalho. Ele teve acesso ao diário de um padre jesuíta que auxiliou o exorcista Bowdern. Como resultado, seu livro é considerado o mais completo relato de um exorcismo pela Igreja Católica desde a Idade Média. Os investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren definiram a obra de Thomas B. Allen como "um documento fascinante e imparcial sobre a luta diária entre o bem e o mal".”
Se você comprou Exorcismo pensando se tratar de uma história fictícia, pense novamente. Na verdade não se trata nem de acontecimentos verdadeiros sendo narrados, como Horror em Amityville. Não, o foco da obra de Thomas B. Allen é mergulhar profundamente no mundo daqueles onde o exorcismo de fato existiu, muito diferente da mera ficção que você assiste nos cinemas. Aqui o assunto é levado tão a sério que a leitura deve ser feita com cuidado, pois corre o risco de você se perder se não tiver prestando atenção. É como se lesse um livro do colégio. A disciplina? Exorcismo, demonologia e o que há de pior no mundo.
Título do Livro: Onde Cantam Os Pássaros
Autor: Evie Wyld
Editora/Tradução: DarkSide Books/Leandro Durazzo
Páginas: 240
Ano de Publicação: 2015
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Livro cedido em parceria com a editora.

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Sinopse “No premiado romance de Evie Wyld, a fazendeira Jake Whyte leva uma vida simples numa ilha inglesa. Suas únicas companhias são rochedos, a chuva incessante, suas ovelhas e um cachorro, que atende pelo nome de Cão. Tendo escolhido a solidão por vontade própria, Jake precisa lidar com acontecimentos recentes que põem em dúvida o quanto ela realmente está sozinha – e o quanto estará segura. De tempos em tempos, uma de suas ovelhas aparece morta, o que pode ser muito bem obra das raposas que habitam a floresta próxima à sua fazenda. Ou de algo pior. Um menino perdido, um homem estranho, rumores sobre uma fera e fantasmas do seu próprio passado atormentam a vida de uma mulher que sonha com a redenção.”
Sou louca por fantasia épica e estou acostumada a ler livros que fogem totalmente à nossa realidade. Imagino que você, leitor, seja como eu. Por isso não há surpresa alguma em admitir que, a princípio, Onde Cantam os Pássaros não me chamou muita atenção e ficou alguns meses abandonado na estante... Até que eu resolvi ler. Uau.
Jake Whyte é uma mulher que se refugiou numa fazenda de ovelhas na costa inglesa após fugir da Austrália, seu país de origem e o lugar de suas piores recordações e traumas. Se houvesse um título de desgraçada/azarada do ano, ela com certeza ganharia. Desde a tragédia que ela provocou – e a marcou, inclusive fisicamente, para sempre – na Austrália até o momento em que o livro termina, sua vida é pontuada por uma série de acontecimentos desafortunados. De criança querendo impressionar o cara cool da escola até a fazendeira cujas ovelhas estão sendo destroçadas por uma criatura misteriosa, passando inclusive por prostituição e um regime de escravidão sexual com um velho nojento e sádico, eu ainda assim não consegui sentir pena de Jake porque se há uma coisa que o livro deixa bem claro pra gente, é o quanto ela é mais forte do que tudo isso.
Além da protagonista, você conhece também Don, o dono da fazenda em que ela está morando, um personagem bem simpático que provavelmente é uma figura que Jake vê como avô. O velho nojento que mencionei acima se chama Otto e eu desejei várias vezes que morresse junto com sua cadela que é uma cópia da personalidade do dono. O homem misterioso que aparece na fazenda de Jake, Lloyd, é aparentemente um cara legal, mas não sabemos muito dele, então continua sendo misterioso. Por fim e não menos importante, temos o cão Cão! Sim, esse é o nome dele e eu já o amo. Fiel amigo e companheiro de Jake, ele odeia deixá-la sozinha.
Além da protagonista, você conhece também Don, o dono da fazenda em que ela está morando, um personagem bem simpático que provavelmente é uma figura que Jake vê como avô. O velho nojento que mencionei acima se chama Otto e eu desejei várias vezes que morresse junto com sua cadela que é uma cópia da personalidade do dono. O homem misterioso que aparece na fazenda de Jake, Lloyd, é aparentemente um cara legal, mas não sabemos muito dele, então continua sendo misterioso. Por fim e não menos importante, temos o cão Cão! Sim, esse é o nome dele e eu já o amo. Fiel amigo e companheiro de Jake, ele odeia deixá-la sozinha.
Além da protagonista, você conhece também Don, o dono da fazenda em que ela está morando, um personagem bem simpático que provavelmente é uma figura que Jake vê como avô. Há também Otto, que eu desejei várias vezes que morresse junto com sua cadela (acho que foi a primeira vez que torci para que um animal de estimação se desse mal). O homem misterioso que aparece na fazenda de Jake, Lloyd, é aparentemente um cara legal, mas não sabemos muito sobre ele, então continua sendo misterioso. Por fim e não menos importante, temos o fiel companheiro de Jake, o cão Cão! Sim, esse é o nome dele e eu já o amo.
O final do livro me deixou um pouco em dúvida, especialmente o último capítulo. Definitivamente foi deixado um gancho que possibilita uma continuação, mas ao mesmo tempo é perfeitamente possível que tiremos nossas próprias conclusões e a história se encerre aí... MAS EU PRECISO DE UM SEGUNDO LIVRO. Sério. Há mistérios sobre o passado de Jake ainda não resolvidos, e uma grande dúvida pairando sobre a insanidade de Otto – e até onde ela capaz de chegar. Além disso, como eu disse, Lloyd continua sendo misterioso. E quem está matando as ovelhas? Ou melhor: o quê as está matando?
A escrita de Evie Wyld é interessante, embora eu não destaque sua técnica como um ponto positivo para mim. Propositalmente ela alterna a narração entre o tempo verbal presente, quando está narrando o passado, e o tempo verbal passado, quando está narrando o presente. Pareceu confuso? Achei o mesmo. Além disso, seus flashbacks não seguem uma ordem linear e eu também levei um tempinho para me acostumar a isso. Ainda assim, sua escrita é singela e enervante ao mesmo tempo. Apesar de eu sentir dificuldade diante da narração de Evie, sei que essa leitura abriu portas para uma variedade de ficções contemporâneas semelhantes que ainda lerei. Acho que quando algo nos chama atenção, mesmo que não seja de modo positivo, e nos deixa um pouco surpresos, nada mais justo do que explorar um pouquinho mais – porque no fim das contas você pode acabar amando. E é assim que a gente expande nosso gosto literário.
Não tenho nem o que dizer sobre a personagem Jake Whyte. Ela foi brilhantemente construída com uma personalidade atual que é produto de tudo o que lhe aconteceu no passado. O mesmo digo sobre Lloyd: tudo bem que não sabemos tanto dele, mas foi um personagem bem estruturado dentro de sua aura misteriosa. Até Samson, o filho de Don que mal aparece no livro, chama atenção nesse sentido.
Peço a você que não deixe se levar pela sinopse do livro e lhe dê uma chance. Se você está acostumado a um gênero específico, que talvez não seja esse, será um desafio interessante. Tente ler. É uma experiência válida para ver se gosta de livros assim, e de quebra você ainda leva para casa uma narração brilhante, personagens bem estruturados e uma trama que é muito mais interessante do que parece. Bingo à minha decisão de ler essa maravilha!
Sobre a edição da DarkSide: as folhas são assim, negras na lateral. O espaçamento do parágrafo é bom e a leitura foi bem confortável, especialmente por conta da letra e do tamanho. Cada capítulo se inicia com a "logo" do livro e uma numeração. Os muitos animais, onipresentes no decorrer da história, são mencionados em seus nomes originais da Austrália/Inglaterra, por isso recebem notas de rodapé explicando o que são. A capa é tão curiosa e instigante quanto a obra em si, e decifrá-la é uma aventura à parte.
Título da Série: Filhos do Éden
Título do Livro: Anjos da Morte (2º livro)
Autor: Eduardo Spohr
Autor: Eduardo Spohr
Editora: Verus
Páginas: 588
Ano de Publicação: 2013
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Outras resenhas da série: Herdeiros de Atlântida (1º livro) || Paraíso Perdido (3º livro)
Outras resenhas da série: Herdeiros de Atlântida (1º livro) || Paraíso Perdido (3º livro)
Sinopse “Quando o século XX raiou, o tecido da realidade, a barreira mística que separa os mundos físico e espiritual, adensou-se. Os novos meios de transporte, as ferrovias e os barcos a vapor levaram o progresso aos cantos mais distantes do globo, pervertendo os nódulos mágicos, apagando o poder dos velhos santuários, afastando os mortais da natureza divina.
Isolados no Sexto Céu, incapazes de enxergar a terra justamente pelo agravamento do tecido, a casta dos malakins, cuja função é estudar e catalogar os movimentos do cosmo, solicitou ao arcanjo Miguel a criação de uma brigada que descesse à Haled para pesquisar os avanços da civilização. O príncipe ofereceu o serviço dos exilados, que há milênios atuavam na sociedade terrestre, alheios às batalhas que se desenrolavam no paraíso.
Destacados, então, para servir sob as ordens dos malakins, esses exilados foram reorganizados sob a forma de um esquadrão de combate. Sua tarefa, a partir de agora, seria participar das guerras humanas, disfarçados de meros recrutas, para anotar as façanhas militares, as decisões de campanha, e depois relatá-las aos seus superiores celestes.
Esse esquadrão tomou parte em todos os conflitos do século XX, das sangrentas praias da Normandia ao colapso da União Soviética. Embora muitos não desejassem matar, era exatamente isso o que lhes foi ordenado, e o que infelizmente acabaram fazendo.
Em paralelo às aventuras de Denyel, que se desenrolam cronologicamente de 1944 a 1989, acompanhamos também, no tempo presente, a jornada de Kaira e Urakin em busca do amigo perdido, que caíra nas águas douradas do rio Oceanus, durante a destruição da ilha-fortaleza de Athea em Herdeiros de Atlântida.”
A história de Anjos da Morte é dividida em duas linhas temporais: uma no presente, onde acompanhamos a saga de Kaira, e outra no passado, onde acompanhamos a jornada de Denyel até os dias atuais.
Após Denyel ter caído no rio Oceanus e a cidade de Athea ter sido destruída, Kaira abandona a missão de encontrar o primeiro anjo, também conhecido como Metatron, e segue na busca por seu amigo. Para isso, ela, o sempre fiel querubim Urakin e o novo integrante desse grupo de resgate, Ismael, um hashmalim, terão de encontrar Egnias, mais uma antiga cidade atlante afim de chegar a outro afluente do rio.
Nesta linha narrativa, a história mantém a mesma receita do anterior, leve, cheia de ação e com um pequeno toque de investigação. Um fato que vale a pena ser mencionado é que a agora os viajantes vão para diversas partes do mundo. O trio viaja por continentes que ajudam e impulsionam todo o misticismo presente no livro. Um exemplo interessante é quando o grupo está na Ásia, visitando locais sagrados, onde o tecido da realidade é mais fino e os anjos podem utilizar seus poderes com intensidade.
Nessa face da história, ainda ocorre um leve clima de perseguição, afinal os anjos estão desobedecendo ordens diretas do arcanjo Gabriel. A partir dessas situações, podemos ver um pouco mais do amadurecimento e potencial de Kaira, tanto como líder, que em situações desfavoráveis toma as decisões mais corretas, quanto como ishin, já que agora ela está descobrindo ainda mais a força de seus poderes.
Na outra linha narrativa, iremos acompanhar Denyel durante grande parte do século XX. Fazendo parte do esquadrão dos Anjos da Morte, os anjos tinham a missão de acompanhar os principais conflitos para depois se reportarem aos malakins, afim de fornecer informações sobre o desenvolvimento bélico e o curso da humanidade de uma maneira geral.
Se não for você a fazer, sempre vai ter alguém que o faça.
Acompanhamos o querubim desde a Segunda Guerra (a Primeira Guerra é citada em um flashback do primeiro livro), onde ele se junta aos americanos para combater os soldados alemães. Após algumas tarefas, Denyel se encontra com Sólon, o malakim a quem ele "obedece", e o mesmo lhe dá uma missão de se juntar a outro esquadrão. Em uma das missões com seu novo esquadrão, os soldados se deparam com algumas situações sobrenaturais que deixam até mesmo o anjo perplexo, afinal, criaturas de planos obscuros estão invadindo a Haled.
A partir desse acontecimento, a história do livro engrandece de maneira espantosa, já que além dos conflitos muito bem descritos e da mitologia preestabelecida pelo autor, sociedades secretas entram na jogada. Dito isso, vale ressaltar seja o que for que Denyel tenha encontrado naquela missão, esse mistério irá acompanhá-lo por grande parte da trama.
É um bom dia para morrer.
Após combater na Segunda Guerra e no Vietnã, Denyel pensa já ter cumprido sua missão com Sólon, porém o celestial ainda tinha planos para o querubim. Segundo o malakim, existe uma rede de espiões de Gabriel que está atuando na Haled e a missão de Denyel é eliminá-los, o que deixa o querubim um tanto abalado, afinal, ele é um anjo combatente, um soldado honrado, assassinato a sangue frio não faz parte de sua natureza.

Minha opinião sobre Anjos da Morte é: Spohr conseguiu se superar mais uma vez e vem mostrando cada vez mais a qualidade do universo que vem criando. Após o final de Herdeiros de Atlântida, confesso que fiquei um tanto curioso sobre como o autor poderia abordar os temas que nos foram apresentados, em mais dois livros, sem acabar enrolando bastante, mas a verdade é que o Eduardo conseguiu expandir o "Spohrverso" como nunca antes, apresentando diversos conceitos que ainda não haviam sido explorados na saga.
Apesar do livro ser grande e com uma história pesada, a fluidez da leitura é ótima e muito rápida. Outra coisa que vale ser citada positivamente é a pesquisa que o autor realizou para deixar tudo mais realista. Diversos combates históricos e cenas icônicas foram utilizados no decorrer da obra.
As descrições estão muito boas, você sente que está em Bastogne com os soldados aliados, sentindo frio e fome, ouvindo os tiros ao longe e sentindo o cheiro de sangue se misturando ao de pólvora. Ou então você está sentindo o calor tropical das selvas do Vietnã, com mosquitos para todo lado, com soldados beberrões em uma missão sem sentido. Enfim, sem dúvidas, as descrições foram as melhores e mais completas de toda a saga.
– Ei, Clarence – um cabo cutucou o parceiro, que orava com toda a energia. – Pensei que fosse ateu.
– Rapaz, numa hora dessas qualquer ajuda é bem-vinda.
Em Anjos da Morte, Spohr nos entrega sua obra mais sombria até então, o que é bem diferente das outras obras. Neste segundo volume, o autor se preocupa em nos mostrar os comportamentos e motivações dos personagens a fundo, seus traumas e decepções. Nos mostra também, a natureza humana em sua forma mais crua. Como o próprio Eduardo diz:
Em situações extremas, as amarras pré estabelecidas pela sociedade se rompem e, ali, podemos ver o ser humano em sua forma mais plena. Onde existem atos de crueldade tremenda e atos de heroísmo na mesma medida.
Então, recomendo esse livro a todas as pessoas que gostam de personagens bem desenvolvidos, além é claro, de ser obrigatório a todos os fãs da saga e dos fãs de fantasia em geral. Sem dúvidas, um dos melhores livros que li neste ano.
O mundo dos homens é um lugar de contrastes, e assim tem sido por milhares de anos. Por vezes ele se apresenta tão ou mais cruel que o próprio inferno, com sua natureza caótica e seus personagens grotescos. Outras, prova-se uma casa de esperança, repleta de amor e ternura, povoada por criaturas notáveis.
Sobre a edição: Apesar de o livro não ser em capa dura, a edição é muito bonita. A arte de capa é sensacional e transmite muito bem uma cena recorrente, que é explicada no decorrer da trama. A fonte é agradável e existem alguns erros de digitação e impressão, que, apesar de não me atrapalhar na leitura, pode incomodar alguns. As páginas são amareladas e de gramatura relativamente alta para um livro de mais de 500 páginas. Fora isso, a Verus mantém o padrão de suas outras publicações.
Livros da série: Herdeiros de Atlântida (resenha aqui) || Anjos da Morte || Paraíso Perdido
Título do Livro: Hellraiser – Renascido das Trevas
Autor: Clive Barker
Editora/Tradução: DarkSide Books/Alexandre Callari
Páginas: 160
Ano de Publicação: 2015
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Livro cedido em parceria com a editora.
Livro cedido em parceria com a editora.
Sinopse “Escrito em 1986, HELLRAISER - RENASCIDO DO INFERNO apresentou ao público os demoníacos Cenobitas, personagens criados por Clive Barker que hoje figuram no seleto grupo de vilões ícones da cultura pop como Jason, Leatherface ou Darth Vader. Toda a perversidade desses torturadores eternos está presente em detalhes que estimulam a imaginação dos leitores e superam, de longe, o horror do cinema. Clive Barker escreveu o romance HELLRAISER - RENASCIDO DO INFERNO (The Hellbound Heart, no original) já com a intenção de adaptá-lo ao cinema. O cultuado filme de 1987 seria sua estreia na direção, e ele usou o livro para mostrar todo seu talento como contador de histórias a possíveis financiadores. Nas palavras do próprio Barker: “A única maneira foi escrever o romance com a intenção específica de filmá-lo. Foi a primeira e única vez que fiz assim, e deu resultado”.
Título: Thystium - Quando a Magia Esgota || Autor: Peterson Rodrigues || Editora: Livros Ilimitados || Brochura || 252 páginas || ISBN: 978-85-66464-66-5 || Gêneros: literatura nacional, fantasia, aventura || Skoob || Página oficial no Facebook || Compare os preços.
Na magia nada se cria, nada se perde e tudo se transforma. Bem-vindos a Thystium. Um lugar onde a magia nasce e é a força vital de todos os seres em que lá vivem. Thystium é um mundo belo e mágico, mas seus habitantes vivem o que está longe de ser um conto de fadas. Mundos paralelos roubam a magia de Thystium, sua força vital, a magia, se esvai aos poucos, fazendo com que os seres que lá vivem pereçam cruelmente. Somente a união entre aqueles capazes de abraçar uma vida sem magia poderá salvar este belo mundo dos criminosos responsáveis por acarretar a aniquilação total. Em Thystium os verdadeiros heróis lutam contra o impossível. Seus próprios corpos e mentes são obstáculos gerados numa sociedade onde o destino e o papel de cada um é pré-determinado por anciões. Nesta batalha, viver mais um dia é um prêmio aceitável.
Autor: Décio Gomes
Editora: Schoba
Páginas: 284
Ano de Publicação: 2014
Sinopse “Após a morte de sua mãe, mudando-se da Alemanha para o interior da Inglaterra, a jovem Rosa Vogelsang ansiava, acima de qualquer coisa, construir uma nova vida longe de tudo que conhecia. Contratada pelo senhor Joseph Ridell, um importante homem de negócios da região, é levada para administrar a imponente mansão que carregava o sobrenome de seu dono: uma construção antiga, isolada no coração de uma vasta floresta, de paredes espessas e carregadas de eras e histórias. Pouco depois de sua chegada ao novo lar é apresentada a Dianne, a bela e enigmática noiva de seu patrão, e no decorrer de seus dias, graças à ausência de Joseph, aproximam-se e tornam-se grandes amigas. Lentamente, porém, a jovem governanta passa a descobrir que coisas horríveis e inimagináveis ocorrem no interior da mansão. Entre aquelas mudas paredes a madrugada trazia muito mais do que trevas, e para seu grande temor, a cada novo anoitecer, percebe que a nova e querida amiga está muito mais ligada aos segredos obscuros da família do que ela podia imaginar. Segredos, revelações e terríveis descobertas fazem de Minueto da madrugada um importante capítulo na história da família Ridell. Quando a luz se esconde e as sombras se derramam, um novo ciclo de horrores é iniciado, e com eles vem a certeza de que, cedo ou tarde, o mal encontra o caminho de casa.”
Eu não costumo sair muito do gênero da literatura fantástica, geralmente me restringindo à fantasia medieval. O blog, no entanto, me forçou a expandir os horizontes. De repente encontrei Tubarão, A Noiva Fantasma, Star Wars, Condão (minha leitura atual) e Minueto da Madrugada. Livros que jamais entrariam em minha lista de leitura se eu não tivesse criado o Me Livrando. Então esse post é uma resenha do último livro mencionado, mas também um agradecimento. O MeL abriu portas para mim, me fez ver um novo mundo, e ele só permanece aqui porque hoje, 8 meses depois que o criei, vocês continuam lendo o que escrevo e se interessando pela minha opinião. Então, de coração, muito obrigada.
Vamos ao Minueto da Madrugada. Como mencionado acima, é o segundo volume de As Crônicas Ridell. E não, eu não li Albertine, o livro anterior. Deveria ter ficado confusa, certo? Nah, que nada. Minueto antecede Albertine: se formos considerar a cronologia, eu li certinho e isso não me confundiu. Agora estou louca para ler o primeiro livro. Deveras: Décio Gomes sabe conduzir as palavras ao ponto de nos deixar ansiosos durante a leitura... Mas isso fica para o último parágrafo.
Logo no primeiro capítulo acompanhamos Rosa. Sua mãe há pouco faleceu, e era ela quem lhe mantinha presa à Alemanha. Surge uma proposta de emprego na Inglaterra – e bem, por que não aceitar dessa vez? O que a jovem Rosa tem a perder? Assim ela viaja e torna-se governanta dos Ridell, passando a morar com Joseph e sua esposa Dianne, além dos empregados Frida, Brianna e Hector.

Joseph, no entanto, é um homem ocupado. Ele vive viajando e pouco vê a esposa ou permanece na mansão, de modo que ela se sente solitária. Percebendo seu estado depressivo e querendo animá-la, Rosa aproxima-se da patroa: não tarda para que se tornem amigas. No entanto, obviamente ela continua sendo uma empregada e não pode ficar vinte e quatro horas por dia grudada à patroa... O que nos faz concluir que Dianne precisa de outras distrações. E ela encontra.
Revirando caixas antigas no sótão, que pertenciam aos antigos moradores da mansão, Dianne encontra um Necromicon (que existe, mas não é real: uma ficção de H.P. Lovecraft que até hoje faz muitos acreditarem que de fato é um artefato do Tinhoso). Qualquer pessoa que visse um livro demoníaco diante de si se livraria dele, certo? Mas não Dianne. Ela coleciona essas coisas macabras, e com certeza não irá jogar fora justamente o artefato que lhe é mais precioso, pois realiza todos os seus desejos. Não sem um preço... Talvez alto demais. Será que compensa?
Minha opinião sobre Minueto da Madrugada é: A escrita do Décio é envolvente e cativante. Encontrei pouquíssimos erros de revisão no livro, e fiquei realmente encantada foi pela artimanha empregada no exemplar: você pode escolher duas capas! Eu particularmente fico com a primeira, que é aquela que envolve o livro, a sobressalente. Sobre o enredo em si, me surpreendeu. Achei brilhante. Os momentos de tensão e arrepio – que não são poucos – foram bem colocados e alcançaram o objetivo de me deixar apavorada. Já fiquei sabendo que alguns personagens desta série também aparecem em In Nomine Patris, que também pretendo conhecer, do mesmo autor. Enfim, recomendo Minueto da Madrugada a todos os leitores que quiserem apreciar um bom terror (e ainda por cima nacional!). Vocês podem começar a série como eu, pelo volume II, que não irão se confundir. Boa leitura!

Olá, . Gabriel aqui. A resenha de hoje é sobre a Saga do Mago, mais precisamente os livros Aprendiz e Mestre. O motivo dessa união é porque originalmente os dois volumes eram um só, que com o passar do tempo foram reescritos e editados para assim virem nas versões atuais.
Olá, ! Após algum tempo sem publicar nada, estou de volta hahaha. Peço desculpas pela demora, mas tive alguns problemas e acabei ficando sem tempo até para ler (quem dirá escrever pro MeL rs). Mas enfim, estou de volta e espero que consiga manter um ritmo de postagens legal. Dito isso, vamos a resenha :D
Oi, ! No meu último post, resenha de Tubarão, eu havia comentado com vocês sobre o quanto estava gostando de A Noiva Fantasma a despeito de ter muito romance na história - que é um gênero ao qual não sou muito apegada. Bem, as páginas de A Noiva Fantasma acabaram e minha opinião se manteve firme. Posso afirmar a vocês que leria qualquer coisa de Yangsze Choo depois da experiência que tive com esse livro.

Título do Livro: O Fim da Eternidade
Autor: Isaac Asimov
Editora/Tradução: Aleph/Susana Alexandria
Páginas: 256
Ano: 2007
Mais informações aqui.
Andrew Harlan é um Eterno: membro da classe dominante do futuro. Seu trabalho é viajar pelos séculos monitorando e alterando realidades, corrigindo assim os erros dos homens. A humanidade estava a salvo. Até que Harlan comete o pior dos pecados: apaixona-se. Tido como um de seus melhores trabalhos, este clássico nos mostra mais uma vez por que Asimov é considerado o grande mestre da ficção científica moderna.






















/https://skoob.s3.amazonaws.com/livros/412844/MINUETO_DA_MADRUGADA_1414549663B.jpg)



