De todas as criaturas já feitas, o homem é a mais detestável. De toda a criação, ele é o único, o único que possui malícia. São os mais básicos de todos os instintos, paixões, vícios – os mais detestáveis. Ele é a única criatura que causa dor pelo esporte, com consciência de que isso é dor. – Mark Twain
Há algum tempo postei aqui a resenha de Serial Killers – Anatomia do Mal. Como eu disse anteriormente, é um assunto que chama (e muito) a minha atenção. Ao mesmo tempo em que acredito e temo fenômenos sobrenaturais, me surpreendo em ver como uma criatura tão tangível pode ser dez vezes pior. Os serial killers são os nossos monstros debaixo da cama – monstros vestidos em pele humana, com brilho gentil no olhar e sorriso amoroso. Eles enganam e são traiçoeiros. E, apesar de eu estar usando o pronome masculino, também existem elas. Ambos os sexos são igualmente terríveis. Moças pequenas e aparentemente indefesas podem ser aquelas que mais o farão sofrer antes de finalmente decidir por matá-lo.
Mais recentemente, ao ler Social Killers (resenha em breve), descobri que os monstros podem estar ainda mais próximos. E a não ser que daqui a dez anos você queira aparecer em algum livro do gênero como vítima dos mais insanos seres humanos, é bom ter cuidado. Agora você pode até rir e dizer que é exagero, mas também é interessante pensar que praticamente todas as vítimas de serial killers já tiveram essa reação ao ouvir falar de algum.
Este post, aliás, deveria ter saído dia 31 de outubro. Enquanto algumas pessoas falaram sobre livros assustadores e personagens da ficção aterrorizantes, eu resolvi mostrar a vocês um pouco do que mais me assusta. É também em homenagem à linda da DarkSide, que completou mais um ano de vida no Halloween. Bem sugestivo, uh? Só deixando uma coisa bem clara pra você, Dark: a melhor editora de todas é a sua. <3
Certo, que tal irmos agora à nossa listinha infame? Ah, acredite em mim: a ordem dos fatores não altera o resultado. Eu com certeza não iria querer topar com nem uma dessas coisas abaixo.
